8 de abr. de 2014

PASTOR MALDONADO - TAKE 2

Eu já havia comentado que o capacete utilizado pelo piloto Pastor Maldonado é uma das coisas mais horríveis que já vi. 

Outro dia achei essa foto abaixo, do início da carreira do venezuelano. Um layout simples, homenageando seu país com as cores da bandeira, com a parte amarela do casco subindo no topo até o outro lado. Não daria pra atualizar o layout mantendo essas linhas? Tinha que piorar tanto?



LONNNGO JEJUM

Fernando Alonso este ano está disputando sua quinta temporada pela Ferrari. Contratado a peso de ouro para ser o piloto que levaria à equipe de volta aos títulos e performances de outrora, Alonso nunca teve um carro decente e capaz de levá-lo ao título mundial. 

Nas vezes em que esteve próximo disso, seu talento natural o fez permanecer na briga durante o ano, muitas das vezes com um carro bem menos veloz que os outros.

O fato é que o espanhol bicampeão amarga um longo jejum sem ganhar outro campeonato. Em 2014 certamente vai ser mais um ano pra esquecer, visto que a Ferrari mais uma vez errou a mão no carro e acredito que nem por vitórias vai ser possível brigar.


Com isso, Fernando Alonso já detém o incômodo recorde de ser o piloto que mais tempo vai levar, caso consiga ser campeão de novo, de um título ao outro. O espanhol ganhou dois títulos seguidos, 05/06, e vai para o oitavo ano sem ser campeão.

Niki Lauda, o recordista nesse quesito, levou sete temporadas para ser campeão novamente.

7 de abr. de 2014

ANO NOVO, VELHA MANIA

Entra ano e sai ano e Vettel segue com sua mania de mudar de capacete corrida a corrida. Já disse aqui que não é algo que me agrada, mas isso pouco importa né. 

Não contei mas acredito que já foram mais de sessenta modelos diferentes. E tem coisa muito bonita nesses desenhos já utilizados. Esse abaixo é um deles. um fundo azul claro com a parte marrom imitando uma ferrugem, como se os capacetes fossem feitos de ferro. E a palavra RedBull contornando o casco, quase escondida.

Era para ser o capacete da corrida da Malásia, mas por um problema na viseira não foi utilizado. Estreou no fim de semana do GP do Bahrein.



QUARTETO FANTÁSTICO

Ayrton Senna, Alain Prost, Nigel Mansell e Nelson Piquet. 

Essa famosa foto tirada em meados dos anos 80, quase certo que seja em 86, nos mostra os quatro maiores pilotos dessa década e que estão entre os maiores da história.


É comum as pessoas dizerem que não existem mais pilotos tão bons como nesses anos, que pra correr tinha que ter braço, que hoje em dia o carro é que ganha corrida. 

Muita coisa mudou com o passar do tempo, isso é fato. Eu não costumo comparar pilotos de gerações diferentes, mas será que os que temos hoje são tão distantes no que diz respeito à capacidade técnica?

Olhe a foto abaixo. Sebastian Vettel, Fernando Alonso e Lewis Hamilton. Podemos incluir Kimi Raikkonen, fechando assim o quarteto fantástico atual. E ainda temos Jenson Button, campeão mundial em 2009 e Nico Rosberg. Esses dois um nível abaixo, a meu ver, mas pilotos de grande capacidade técnica.

E aí? Será que ficariam para trás numa disputa roda a roda? 

ATÉ QUANDO?

A disputa que vimos na corrida de ontem entre os pilotos da Mercedes, Nico Rosberg e Lewis Hamilton, remete aos tempos de kart, onde os dois sempre disputaram vitórias e títulos em todas as categorias em que estiveram juntos. Até chegarem na Formula 1. 

Nico estreou pela Williams em 2006 após ter conquistado o título da GP2 no ano anterior. E logo de cara mostrou a que veio. Sétimo lugar na primeira corrida com direito a volta mais rápida. Mas a Williams, como sabemos, não era mais a equipe vencedora de outrora e Nico sofreu bastante enquanto pilotou os carros azuis.

Lewis estreou em 2007 com um terceiro lugar pela equipe McLaren. Conquistou a primeira vitória nesse mesmo ano, no GP do Canadá e tinha tudo pra ser campeão no ano de estréia. Mas nas duas últimas etapas do campeonato o britânico cometeu muitos erros e o título escapou.

Desde o ano passado dividem os boxes da Mercedes como companheiros de equipe. A amizade que todos sabem que existe entre eles vai ser colocada a prova a partir desse ano. Os dois vão disputar as vitórias e o título desta temporada.

Que essa amizade não tenha um limite, conforme o título do post. Que a rivalidade, saudável, que existe entre eles fique apenas na pista.

Porque é muito, mas muito legal ver dois pilotos terminarem uma corrida com uma disputa tão ferrenha pela vitória como foi a de ontem e se abraçarem feito crianças ao sair do carro.







4 de abr. de 2014

QUASE LÁ

No GP de número 900 da Formula 1, que será neste fim de semana no Bahrein, Jenson Button completará a marca de 250 corridas na carreira. 

Estreou em 2000, no GP da Austrália pela equipe Williams. Nos dois anos seguintes defendeu as cores da Benetton, que mudou seu nome a partir da compra da equipe pela Renault. Entre 2003 até 2009, ano de seu título mundial, Button praticamente se manteve na mesma equipe, já que até 2005 se chamava B.A.R mudando para Honda até 2008.

Com o abandono da montadora japonesa no fim de 2008, Ross Brawn assumiu o espólio da equipe, batizando-a com seu sobrenome. Com um carro bem nascido e empurrado pelo inovador e polêmico difusor duplo, levou o piloto inglês a um ano mágico, conquistando no fim o título mundial.

Button foi contratado pela McLaren a partir de 2010, equipe na qual permanece e tem contrato até o fim de 2015. Ao longo da carreira conquistou 15 vitórias, 08 poles, 08 voltas mais rápidas e 50 pódiuns. 

Ao terminar essa temporada, o britânico marcará seu nome na história como o terceiro piloto a disputar mais corridas na Formula 1, ficando bem próximo e quase alcançando os dois recordistas em corridas, Michael Schumacher e Rubens Barrichello, com 308 e 326, respectivamente. 

Button na época de Brawn GP


Comemorando uma vitória pela McLaren

Com a bela noiva Jessica Michibata

3 de abr. de 2014

GUSTAVO SONDERMANN

Num dia como hoje, 03 de abril mas no ano de 2011, falecia o piloto Gustavo Sondermann quando disputava uma corrida da Copa Montana, categoria preliminar da Stock Car.

Aos 29 anos, Sondermann veio a falecer de morte cerebral, consequência das graves lesões sofrida após forte pancada, na quarta volta da corrida disputada em Interlagos.


PANES SECAS MARCANTES

Depois que eu comentei nesse post a pane seca de Mansell em 1984, me veio a idéia de que há anos que não se tem reabastecimento na Formula 1 e os casos de pilotos ficarem sem combustível no meio da pista, se aconteceram, realmente foram raros.

Achei um pouco exagerado o comentário de Villeneuve dias atrás de que "uma corrida de F-1 esse ano se resume às três primeiras voltas, já que nas restantes os pilotos se preocupam em economizar combustível." 

Exagero ou não, fato é que nenhum piloto quer ficar parado, perder pontos preciosos, ou até vitórias por falta de combustível. 

Como Barrichello em 2003 no GP do Brasil, que liderava a corrida e viveu uma das maiores decepções de sua carreira. Largou na pole mas perdeu a ponta ao longo da prova. Na volta 45 ele levantou a torcida recuperando a primeira posição sobre David Coulthard. Duas voltas mais tarde, teve que abandonar a corrida por falta de combustível.


Ayrton Senna viveu situação semelhante em 1985 e perdeu duas prováveis vitórias por causa de pane seca em sua Lotus. Em San Marino liderava a corrida de ponta a ponta até parar faltando quatro voltas. Cinco corridas depois lutava pela primeira posição com Alain Prost a duas voltas do fim do GP da Inglaterra e também ficou sem combustível.


O próprio Alain Prost, no ano de seu segundo título, ficou pelo caminho sem combustível. No GP da Alemanha o francês vinha em quarto quando, a poucos metros da linha de chagada, seu McLaren parou. Ele desceu do carro para empurrar mais alguns metros a tempo de terminar sem sexto.


2 de abr. de 2014

WILLIAMS MARTINI

Muito se falou da pintura da equipe inglesa para 2014. Com o patrocínio master da Martini, a Williams apresentou um carro todo em branco com as listras tradicionais da companhia de bebidas percorrendo toda a carenagem do carro.

Mas....

Apesar de eu ter dito aqui que a equipe teria minha torcida em função da bela pintura, o que eu percebi vendo as duas corridas iniciais pela televisão é que o carro não é tão bonito. Quase não se vê a logomarca e as listras ficaram muito pequenas. Repare na imagem abaixo: 

Pintura oficial da Williams para 2014

Não sou um especialista em desenhos, mas com um patrocinador principal pra estampar na carenagem eu tentaria explorar o belo conjunto de cores azul/vermelho/branco, como nos exemplos abaixo, da designer Camille de Bastiani.




Ou será que a equipe de Frank Williams, hoje chefiada pela filha Claire, ainda busca um patrocinador principal, conseguindo uma verba acima do que despeja a Martini? 

EU NÃO NASCI DE ÓCULOS

A necessidade de usar óculos causa desconforto em inúmeras pessoas. Nos dias de hoje existem algumas soluções como lentes de contato e cirurgias. No mundo das corridas, raros são os pilotos que necessitam desses objetos e optam pela utilização durante as provas.

Alguns pilotos precisam apenas em algumas ocasiões, como Rubens Barrichello, que nunca precisou utilizar óculos em corridas mas precisa deles para leitura, por exemplo. Outros fazem o uso das lentes de contato. O piloto canadense Paul Tracy ficou marcado pelas trapalhadas nas pistas e pelos óculos redondinhos. Em 1997 fez uma cirurgia corretiva para abandonar os óculos.

Segue abaixo alguns pilotos que faziam e fazem uso desse objeto tão raro no mundo das corridas.

Bobby Rahal

Adrian Fernandez

Sebastien Bourdais

Bryan Herta

Fernando Rees

Paul Tracy