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| Rubens Brarrichello |
Você não encontrará aqui as notícias atuais que povoam todos os sites de automobilismo. Mas se você está interessado em saber as curiosidades, as agruras e as doçuras que envolvem o mundo das corridas de automóveis, está no lugar certo.
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4 de dez. de 2014
14 de nov. de 2014
OS TÍTULOS DO BRASIL NA F3 INGLESA
Que o Brasil foi um grande celeiro de pilotos extremamente talentosos nós já sabemos. Mas por quê hoje em dia é bem diferente? Na categoria máxima do automobilismo só mesmo Felipe Massa segue disputando corridas. E, tirando Felipe Nasr, não tem ninguém tão próximo da categoria que possa ter uma chance de ingressar em alguma equipe.
A má administração das categorias de base, a destruição de autódromos pelo país, a corrupção que assola vários setores, inclusive as federações de automobilismo....são apenas alguns problemas, que parecem não terem fim e que mostram um futuro bem negro em poucos anos, sem nenhum piloto brasileiro na Formula 1.
A prova desse passado glorioso é que na Formula 3 Inglesa, que na época era o primeiro passo de uma carreira na Europa, 12 pilotos brasileiros foram campeões. O último título veio em 2011, nem tão longe assim, mas entre as décadas de 1970 até o início dos anos 2000 haviam inúmeros pilotos disputando. Para esse ano, apenas Felipe Guimarães está confirmado, como único brasileiro no certame.
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| O precursor brasileiro Emerson Fittipaldi campeão em 1969 |
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| Jose Carlos Pace em 1970. Essa é uma foto da F1, não achei nenhuma dele na F3. |
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| Piquet, nessa foto ao lado de Chico Serra, foi campeão em 1978 |
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| Um ano depois Chico Serra sagrava-se campeão |
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| Senna em 1983 |
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| Maurício Gugelmin em 1985 |
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| Rubens Barrichello, campeão em 1991 |
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| Gil de Ferran, 1992 |
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| Mario HAberfeld, levantou o caneco em 1998 |
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| Antonio Pizzonia, o "Jungle Boy", campeão em 2000 |
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| Nelson Piquet Jr., campeão em 2004 |
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| Felipe Nasr, P1 em 2011 |
3 de out. de 2014
VITÓRIAS BRASILEIRAS
De um total de trinta pilotos brasileiros que já disputaram ao menos uma corrida na Formula 1, apenas seis venceram. 101 é o número exato dessas vitórias, que poderia ser maior, mas a última delas no distante ano de 2009 com Rubens Barrichello.
Tudo começou com Emerson Fittipaldi, que faturou a primeira vitória no GP dos EUA em 1970. A última de um total de 14 foi no GP da Inglaterra em 1975.
O segundo a vencer foi José Carlos Pace. Dono de um talento nato, Pace venceu apenas o Gp do Brasil de 1975. Certamente teria mais vitórias e disputaria títulos não fosse um trágico acidente de avião que tirou sua vida no início de 1977.
Nelson Piquet elevou o nome dos pilotos brasileiros no início da década de 1980. Tricampeão mundial, o brasileiro conquistou a primeira vitória no GP da Alemanha em 1978. 13 anos mais tarde, venceu o GP do Canadá, totalizando 23 vitórias na carreira.
Ayrton Senna é até hoje o piloto brasileiro com mais vitórias na F-1. E a tendência é que permaneça assim, já que não temos um representante capaz de mudar essa história. A primeira das 41 vitórias de Senna foi no GP de Portugal em 1985. Dono de três títulos mundiais, o brasileiro venceu pela última vez no GP da Austrália de 1993.
De 1993 até 2000 não tivemos pilotos brasileiros vencendo. O jejum acabou com a belíssima vitória de Rubens Barrichello no GP da Alemanha, pilotando uma Ferrari. Recordista de corridas disputadas na categoria, com 326, Rubens conquistou a derradeira vitória de sua carreira no GP da Itália em 2009, totalizando 11.
Apesar de Felipe Massa ainda estar em atividade, ele não vence uma corrida desde o GP Brasil de 2008, aquele em que esteve campeão por alguns segundos. Conquistou até os dias de hoje 11 vitórias, a primeira delas no GP da Turquia em 2006.
15 de ago. de 2014
NIALL BREEN
Niall Breen é um piloto irlandês que durante muitos anos disputou corridas de formula e depois passou para os carros turismo. E se Rubens Barrichello pode considerar alguém como fã nº1 é esse cara aí embaixo.
Desde muito jovem ele usava no kart um capacete com desenho fielmente igual ao do brasileiro, inclusive copiando as logos dos patrocinadores. Alguns anos depois, já profissional, Breen modificou as cores, com tons parecidos com a bandeira de seu país, e modificou o desenho e a cor do topo. E até hoje utiliza esse layout.
Eu acho interessante essas coisas: um piloto irlandês copiar o desenho do capacete de um piloto brasileiro, numa clara homenagem, e enquanto isso temos aqui no Brasil tantas piadinhas a respeito de Barrichello, que não foi um excepcional piloto, mas um dos melhores de sua geração.
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| Repare à esquerda, as logos da Kibon, Pizza Hut e Marlboro |
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| Detalhe atual do topo, que mais parece o cabelo do Cebolinha |
3 de abr. de 2014
PANES SECAS MARCANTES
Depois que eu comentei nesse post a pane seca de Mansell em 1984, me veio a idéia de que há anos que não se tem reabastecimento na Formula 1 e os casos de pilotos ficarem sem combustível no meio da pista, se aconteceram, realmente foram raros.
Achei um pouco exagerado o comentário de Villeneuve dias atrás de que "uma corrida de F-1 esse ano se resume às três primeiras voltas, já que nas restantes os pilotos se preocupam em economizar combustível."
Exagero ou não, fato é que nenhum piloto quer ficar parado, perder pontos preciosos, ou até vitórias por falta de combustível.
Como Barrichello em 2003 no GP do Brasil, que liderava a corrida e viveu uma das maiores decepções de sua carreira. Largou na pole mas perdeu a ponta ao longo da prova. Na volta 45 ele levantou a torcida recuperando a primeira posição sobre David Coulthard. Duas voltas mais tarde, teve que abandonar a corrida por falta de combustível.
Ayrton Senna viveu situação semelhante em 1985 e perdeu duas prováveis vitórias por causa de pane seca em sua Lotus. Em San Marino liderava a corrida de ponta a ponta até parar faltando quatro voltas. Cinco corridas depois lutava pela primeira posição com Alain Prost a duas voltas do fim do GP da Inglaterra e também ficou sem combustível.
27 de mar. de 2014
WILLIAMS VERDE E AMARELA
Nenhuma outra equipe na Formula 1 teve tantos pilotos brasileiros como a Williams. Com a inclusão de Felipe Massa em 2014, são seis os pilotos que já disputaram corridas pela escuderia sediada em Grove. O fato curioso nessa história é que quatro deles encerraram a carreira na F-1 por lá. Ayrton Senna, Antonio Pizzonia, Rubens Barrichello e Bruno Senna.
A história da Williams com o Brasil remete aos tempos anteriores à criação da atual equipe. Jose Carlos Pace correu para Frank Williams na F-2 em 1971. No ano seguinte, Frank comprou um chassis March e ingressou na F-1. Convidou Pace, que disputou 11 corridas e marcou três pontos.
A Williams como conhecemos hoje ingressou na F-1 em 1977, com chassis de fabricação própria. Mas somente em 1986 um piloto brasileiro vestiu as cores da equipe.
NELSON PIQUET:
Já com dois títulos na bagagem, Nelson Piquet assinou um contrato que o permitia ter as vantagens de primeiro piloto. Quando Patrick Head substituiu o chefe de equipe anterior, que havia sofrido um grave acidente automobilístico, essas pequenas regalias se desfizeram em virtude da aproximação de Head com Nigel Mansell.
Os dois se engalfinharam pelo título e essa divisão de pódiuns e vitórias acabou fazendo de Prost o campeão de 1986. No ano seguinte Piquet bateu Mansell e conquistou seu terceiro e último título.
AYRTON SENNA:
Quis o destino que a tão aguardada transferência de Senna para a Williams, que dominava as corridas no início dos anos 90, tivesse consequências tão tristes. Após sofrer dois anos com uma McLaren muito abaixo dos concorrentes, Senna acertou sua ida para a equipe de Grove para 94.
Essa mudança de ares provocou até uma alteração de regulamento, que limitou o uso de tecnologia dos carros. Senna conseguiu largar na frente nas três primeiras corridas, mas não terminou nenhuma delas por acidente. O último deles, fatal.
ANTONIO PIZZONIA:
O amazonense Pizzonia teve duas passagens pela Williams, apenas para substituir pilotos lesionados. Em 2004 entrou no lugar de Ralf Schumacher durante quatro etapas. E no ano seguinte substituiu Nick Heidfeld nas últimas cinco da temporada. Marcou oito pontos no total.
RUBENS BARRICHELLO:
Após passar pela Brawn em 2009 e terminar em terceiro no campeonato, Rubens foi contratado pela Williams para iniciar um processo de reestruturação. Mas o carro não foi bem construído nos dois anos que o brasileiro por lá estava e os resultados não foram animadores. Rubens abandonou a F-1 no fim do ano e se dedicou a F-Indy no ano seguinte.
BRUNO SENNA:
Substituto de Barrichello em 2012, Bruno Senna começou o ano bem, pontuando em quase todas as provas até a metade da temporada. Mas depois se perdeu em alguns acidentes e atuações pouco animadoras num ano em que seu companheiro Pastor Maldonado ganhou uma das etapas. No fim do ano foi substituído pelo então piloto de testes Valtteri Bottas e Bruno então seguiu carreira no mundial de Turismo.
Os dois se engalfinharam pelo título e essa divisão de pódiuns e vitórias acabou fazendo de Prost o campeão de 1986. No ano seguinte Piquet bateu Mansell e conquistou seu terceiro e último título.
AYRTON SENNA:
Quis o destino que a tão aguardada transferência de Senna para a Williams, que dominava as corridas no início dos anos 90, tivesse consequências tão tristes. Após sofrer dois anos com uma McLaren muito abaixo dos concorrentes, Senna acertou sua ida para a equipe de Grove para 94.
Essa mudança de ares provocou até uma alteração de regulamento, que limitou o uso de tecnologia dos carros. Senna conseguiu largar na frente nas três primeiras corridas, mas não terminou nenhuma delas por acidente. O último deles, fatal.
ANTONIO PIZZONIA:
O amazonense Pizzonia teve duas passagens pela Williams, apenas para substituir pilotos lesionados. Em 2004 entrou no lugar de Ralf Schumacher durante quatro etapas. E no ano seguinte substituiu Nick Heidfeld nas últimas cinco da temporada. Marcou oito pontos no total.
RUBENS BARRICHELLO:
Após passar pela Brawn em 2009 e terminar em terceiro no campeonato, Rubens foi contratado pela Williams para iniciar um processo de reestruturação. Mas o carro não foi bem construído nos dois anos que o brasileiro por lá estava e os resultados não foram animadores. Rubens abandonou a F-1 no fim do ano e se dedicou a F-Indy no ano seguinte.
BRUNO SENNA:
Substituto de Barrichello em 2012, Bruno Senna começou o ano bem, pontuando em quase todas as provas até a metade da temporada. Mas depois se perdeu em alguns acidentes e atuações pouco animadoras num ano em que seu companheiro Pastor Maldonado ganhou uma das etapas. No fim do ano foi substituído pelo então piloto de testes Valtteri Bottas e Bruno então seguiu carreira no mundial de Turismo.
7 de fev. de 2014
FERRARI "PELADA"
Houve um tempo em que as equipes iam para os testes da pré-temporada com os carros com pinturas diferentes, quase sem patrocinadores estampados. Isso era comum pois até a primeira corrida muita coisa ainda estava em negociação com patrocinadores, ou ainda peças novas que era instaladas nos carros e tal.
Mas essa Ferrari aí embaixo, "pelada", sem nome algum estampado na carenagem foi a maneira da Ferrari prestar homenagem às vítimas do desabamento dos prédios em Nova York, as torres gêmeas.
Como estava bem próximo da etapa da Itália em 2001, os carros foram para pista com o bico pintado de preto e apenas os números, 1 e 2, para Schumacher e Barrichello respectivamente.
2 de dez. de 2013
SEGUNDO PILOTO
Pra quem gosta realmente de corridas, principalmente Formula 1, está acostumado a acompanhar uma série de domínios em várias épocas, como o que estamos presenciando com Sebastian Vettel. Isso é absolutamente compreensível, visto que é impossível a gente imaginar que todas as equipes em um único campeonato conseguem dividir tanto as vitórias e os podiuns.
E em cada período desses domínios tivemos ao comando dos carros pilotos excepcionais e pilotos coadjuvantes. E é sobre eles, os coadjuvantes, os pilotos que quero lembrar nesse post.
Gerhard Berger, Rubens Barrichello e Mark Webber.
Foram pilotos muito bons, com várias vitórias, poles, uma carreira longa e respeitada na Formula 1. Mas que, de certa forma, serão lembrados principalmente por terem sidos coadjuvantes dos pilotos Ayrton Senna, Michael Schumacher e Sebastian Vettel.
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