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3 de out. de 2014

VITÓRIAS BRASILEIRAS

De um total de trinta pilotos brasileiros que já disputaram ao menos uma corrida na Formula 1, apenas seis venceram. 101 é o número exato dessas vitórias, que poderia ser maior, mas a última delas no distante ano de 2009 com Rubens Barrichello.

Tudo começou com Emerson Fittipaldi, que faturou a primeira vitória no GP dos EUA em 1970. A última de um total de 14 foi no GP da Inglaterra em 1975.


O segundo a vencer foi José Carlos Pace. Dono de um talento nato, Pace venceu apenas o Gp do Brasil de 1975. Certamente teria mais vitórias e disputaria títulos não fosse um trágico acidente de avião que tirou sua vida no início de 1977.


Nelson Piquet elevou o nome dos pilotos brasileiros no início da década de 1980. Tricampeão mundial, o brasileiro conquistou a primeira vitória no GP da Alemanha em 1978. 13 anos mais tarde, venceu o GP do Canadá, totalizando 23 vitórias na carreira.


Ayrton Senna é até hoje o piloto brasileiro com mais vitórias na F-1. E a tendência é que permaneça assim, já que não temos um representante capaz de mudar essa história. A primeira das 41 vitórias de Senna foi no GP de Portugal em 1985. Dono de três títulos mundiais, o brasileiro venceu pela última vez no GP da Austrália de 1993.


De 1993 até 2000 não tivemos pilotos brasileiros vencendo. O jejum acabou com a belíssima vitória de Rubens Barrichello no GP da Alemanha, pilotando uma Ferrari. Recordista de corridas disputadas na categoria, com 326, Rubens conquistou a derradeira vitória de sua carreira no GP da Itália em 2009, totalizando 11.



Apesar de Felipe Massa ainda estar em atividade, ele não vence uma corrida desde o GP Brasil de 2008, aquele em que esteve campeão por alguns segundos. Conquistou até os dias de hoje 11 vitórias, a primeira delas no GP da Turquia em 2006.


4 de jul. de 2014

GP 200

Felipe Massa será outro piloto que mudará seu capacete prestando uma homenagem. Nesse caso, a ele mesmo. Que completa nessa no GP da Inglaterra 200 corridas disputadas. E ontem ele divulgou em sua conta no Instagram o capacete que ele vai usar. Que basicamente é o desenho que ele utilizava no início da carreira, como vocês podem conferir clicando aqui.

Nessas 200 corridas, o brasileiro conquistou 11 vitórias, 16 poles, 36 pódiuns e 15 voltas mais rápidas. Todas essas conquistas foram pela Ferrari.



17 de mar. de 2014

MASSA E BOTTAS

Nessa postagem sobre os capacetes de 2014 divulgados pelos pilotos, os modelos do brasileiro Felipe Massa e do finlandês Valtteri Bottas ainda estão sem as logomarcas da Martini. 

O desenho escolhido por Massa, que o acompanha desde o início da carreira, eu nunca gostei, um X "arredondado", digamos assim, na lateral. Mas que agora acrescentou no topo as listras características do patrocinador principal.

Já o layout do Bottas, que eu já mostrei aqui, é um dos mais bonitos do grid junto com o de Nico Hulkenberg. Desenho simples que ficou muito bonito com o acréscimo das listras da Martini.



10 de mar. de 2014

MÍDIA X OPINIÃO

Em maio de 2014 se completam 20 anos da morte do maior piloto brasileiro na Formula 1 e um dos maiores de todos os tempos. Sobre isso, eu vou escrever mais pra frente. 

O que quero mostrar aqui é como uma mídia consegue impor uma opinião na cabeça da maioria dos brasileiros.

Nós sabemos que Alain Prost foi um grande rival de Ayrton Senna, especialmente em 1988 e 1989, onde eles dividiram os boxes na McLaren e travaram uma dura batalha pelos títulos, onde o brasileiro conseguiu em 88 e Prost, já no terceiro título, no ano seguinte.

A emissora oficial da F-1 no Brasil sempre "pintou" Alain Prost como um inimigo, o cara que queria "destruir" o piloto brasileiro. E isso influenciou na opinião de todos os que assistiam às corridas apenas com o interesse de no final ouvirem a famosa musiquinha...... "tan tan tan..."

Quando dois pilotos excepcionais dividem uma equipe a rivalidade sempre fica maior, haverão excessos nessa disputa, é óbvio. Mas o respeito que esses dois pilotos tinham um pelo outro é fato. E eles sabiam que o que faltava em um havia no outro e por isso muitas vezes se via nos boxes uma intensa troca de informações, muito diferente do que vemos nos dias de hoje. 

Esses pilotos eram dois competidores natos, que buscavam o limite extremo para se conseguir vitórias e títulos. Ayrton com a coragem, arrojo e determinação que nasceram com ele, e Alain com a
perícia, inteligência e paciência, que faziam com que tirasse o máximo do carro, mas apenas quando o equipamento permitia isso, sendo inteligente o suficiente para conseguir valiosos pontos quando seu carro não era tão competitivo.

Dois dos maiores pilotos de todos os tempos, que se admiravam e se respeitavam, disputaram títulos e vitórias numa época de ouro na categoria, mas que infelizmente não é visto dessa forma aqui no Brasil.

A TV Globo tem mostrado em sua grade esportiva as informações da Formula 1 para este ano. E de certa forma, como sempre fez, vem influenciando nas opiniões das pessoas sobre as expectativas em relação ao piloto brasileiro Felipe Massa.

Recentemente o site Grande Premio fez uma pesquisa sobre quem vence o Mundial de 2014. E Massa está na frente, até outro dia com 47% dos votos.


Não que eu não queira que ele vença, gosto dele, não é um excepcional piloto mas é um dos melhores da atual geração. Vem pra este ano renovado mentalmente após anos correndo pela Ferrari.

Mas não esqueçam que grande parte desses "torcedores" que vêem no brasileiro a esperança de título são os mesmos que de uns anos pra cá vem povoando as redes sociais com coisas do tipo: "Felipe Massa é covarde", "ele não merece representar o Brasil" - opinião deste que vos escreve: ele não representa o Brasil, ele representa a Williams esse ano e durante oito representou a Ferrari - "ele vai ser sempre segundo piloto".....e por aí vai.

O título do post é sobre isso: Uma batalha entre a mídia x opinião. Aqui no Brasil, a mídia sempre vence.

8 de fev. de 2014

FELIPE MASSA

Depois de muitos anos pilotando pela Ferrari, Felipe Massa guiará um dos carros da Williams em 2014, como todos sabem. E será a primeira vez que o brasileiro vai andar com um motor que não seja Ferrari em toda sua carreira. A Sauber, sua primeira equipe na categoria, utilizava também os motores italianos.

Seu capacete sempre teve o mesmo desenho básico. Fundo azul, um "X" amarelo percorrendo as laterais e o topo verde. Declaradamente ele copiou o layout do seu pai, Titônio, que também foi piloto, mas utilizou as cores da bandeira brasileira para compor o desenho. Com o passar do tempo as linhas foram sendo atualizadas, mas as cores não mudaram.

Exceto em duas situações. Quando foi homenagear seu pai, daí o casco ficou azul e laranja e na sua última corrida pela Ferrari, onde as linhas básicas se mantiveram as mesmas mas com um fundo totalmente vermelho.

Primeiro layout

Com algumas alterações

Layout atualizado...sendo usado nos últimos anos

Homenagem a seu pai

Casco usado em sua última corrida pela Ferrari