14 de dez. de 2013

CURIOSIDADES

Pra quem não conhece o mundo das corridas de automóveis, principalmente Formula 1, não deve ter noção de tudo o que envolve um espetáculo tão grandioso quanto esse, seja no lado esportivo, técnico, emocional ou financeiro.

E é sobre esse lado, o financeiro, que faço esse post. 

Em meados deste ano a CNN fez um estudo dos principais gastos de tudo o que envolve uma temporada de Formula 1. E são dados bem interessantes, como por exemplo, uma publicidade num espelho retrovisor de uma equipe de ponta, como Red Bull, custa para a empresa desejada U$$ 5 milhões.

Achou muito? No aerofólio, colocar uma marca em tamanho generoso, custa U$$ 25 milhões. No bico, uma pequena logo, quase imperceptível não custa menos que U$$ 3 milhões.

O maior valor investido por uma empresa na Formula 1 é a Marlboro. Marlboro? Não foi proibida a divulgação de marcas de cigarro nos carros? Sim, mas a empresa tabagista há anos patrocina a Ferrari e por muito tempo teve sua logomarca estampada nos carros, antes da proibição. São essas coisas esquisitas do mundo corporativo, que fazem uma empresa pagar U$$ 100 milhões por ano para não aparecer.

Nesse gráfico abaixo vocês podem conferir outros detalhes dessa pesquisa, que revela o mundo milionário que circunda a maior categoria do automobilismo. Clique na foto para aumentar.




PRESENTE DE NATAL

Ainda não comprou seus presentes de Natal? Vai participar de um amigo-secreto e não sabe ainda o que comprar? Se o amigo sorteado gostar de Formula 1, um belo exemplo de presentes estão aí embaixo....ou se alguém quiser fazer a caridade de me presentear...ficarei muito feliz!!!

Volante da Mercedes

Tênis com as cores da Force India

Pequena Bolsa de viagem da Caterham

13 de dez. de 2013

TÍTULO E MILHÃO

Domingo tem decisão na Stock Car, na última etapa do campeonato em Interlagos. Além disso, essa prova tem um gostinho especial pois o vencedor leva pra casa um prêmio de R$ 1 milhão de reais.

Na disputa do título estão os pilotos Thiago Camilo, líder com 185 pontos, Daniel Serra, em segundo com 181, Ricardo Maurício com 178 e na sequência Cacá Bueno com 160.

E Cacá é o único dos quatro que precisa vencer e torcer contra os outros concorrentes para ser campeão. Dos três primeiros, para serem campeões sem depender de outros resultados, basta chegarem ao lugar mais alto do pódium no domingo. 

Thiago Camilo

Daniel Serra

Ricardo Maurício

Cacá Bueno

DARIO FRANCHITTI

Dario Franchitti começou a pilotar desde cedo num Kart construído por seu pai. Nascido na Escócia, o piloto direcionou sua carreira para a Formula 1, assim como grande parte dos pilotos europeus de sua época. Mas a dificuldade em se conseguir chegar na categoria máxima o levou aos E.U.A.

Estreou na antiga CART em 1997 e dois anos depois terminou em segundo lugar no campeonato. A partir da fusão com a IRL, Franchitti migra pra equipe Green em busca de resultados melhores. Mas somente quando a Green se junta aos Andretti, formando a Andretti-Green os resultados começam a surgir.

Contratato posteriormente pela Target Chip Ganassi, Franchitti inicia então uma vitoriosa sequência de títulos e vitórias.

Atualmente com 40 anos, o escocês anunciou a aposentadoria no fim de novembro e encerra a carreira com uma coleção de 4 títulos na Indy e 3 vitórias na famosa e importante 500 milhas de Indianápolis.

Dario e seu layout único

Referencia à Escócia e a descendência italiana

Homenagem ao amigo Colin Mcrae morto em 2006

Tietando Dario Franchitti na corrida da Indy em São Paulo

ADRIAN SUTIL

O piloto alemão de 30 anos acaba de ser confirmado na equipe Sauber para o campeonato de 2014. Depois de vários anos na Force India, Sutil leva para a equipe suíça talento e alguns milhões de dólares na bagagem com os patrocinadores que o acompanham a bastante tempo

O alemão sempre teve um capacete com linhas bonitas, mas a mistura das cores o deixavam com um apecto estranho. Com a entrada em nova equipe, vamos ver se ele muda também esse layout e passa a utilizar uma pintura mais limpa.

2006/2007

2011

2013

Ação Promocional

TAL PAI, TAL FILHO (5)

Esse é o único caso na Formula 1 em que pai e filho correram apenas por equipes intermediárias e de menor expressão. O pai, Manfred Winkelhock, disputou algumas corridas na década de 1980 e conseguiu 2 pontos pela extinta equipe ATS.

O filho, Markus, disputou apenas uma corrida pela equipe Spyker, também extinta, no lugar do piloto Christijan Albers e chegou a liderar a corrida, em virtude da chuva, mas na relargada ele logo perdeu as posições.

Manfred

Layout inspirado no capacete do pai

MICHAEL SCHUMACHER

Quem me conhece sabe que sou um grande fã do piloto alemão. Quem gosta de Formula 1 e tem mais ou menos a minha idade, acompanhou praticamente toda sua carreira vitoriosa.

A discussão de quem é, ou foi, o maior piloto de todos os tempos é desnecessária a partir do momento em que se torce por alguém. A Formula 1 sempre teve e sempre terá grandes pilotos, e por isso quando alguém me pergunta sobre algum piloto, a referencia para mim é sempre Michael Schumacher.

Dono dos maiores e principais recordes da categoria, poles, vitórias e títulos, o alemão sempre foi piloto da Mercedes e estava sendo preparado para entrar na Formula 1 em 1992.  Mas, um ano antes, quis o destino que ele tivesse uma chance na equipe Jordan, no lugar do piloto Bertrand Gachot, que havia sido preso em função de uma briga. 

Colocou o carro para largar em sétimo e a partir daí os olhos da Formula 1 se abriram para aquele talento que havia surgido. Flavio Briatore o contratou para o lugar de Roberto Moreno na Benetton e a história de um dos maiores pilotos de todos os tempos começou a ser escrita.

Terminou a carreira com 308 corridas, 91 vitórias, 68 poles, 155 pódiuns e 7 títulos mundiais.

Michael começou a carreira utilizando um capacete com as cores da bandeira alemã e ao longo do tempo foi modificando para um layout todo em vermelho.

Início da carreira na Benetton

Durante os anos de Ferrari

Utilizado em 2006, último ano na Ferrari

Retorno pela Mercedes

Comemorativo dos 20 anos na Formula 1

Comemorativo de 300 Gps

12 de dez. de 2013

EMERSON FITTIPALDI

Emerson Fittipaldi é um dos mais vitoriosos pilotos brasileiros de todos os tempos. Precursor de uma época em que pilotos sul americanos quase nunca se aventuravam na Europa, Emerson abriu as portas do automobilismo para outros brasileiros com seus títulos e vitórias. 

Fundou uma equipe, a Copersucar, em parceria com seu irmão Wilson, mas não foi tão bem sucedido como nos anos anteriores.

Na Formula 1, Fittipaldi conseguiu dois títulos, em 72 e 74. Migrou para a Indy em 84, sendo campeão em 89 e bi-campeão das 500 milhas de Indianápolis.

Esse layout foi criado pelo próprio Emerson e aperfeiçoado ao longo do tempo pelo mestre Sid Mosca.

Hoje o blog faz uma homenagem a este brasileiro, que neste dia, 12 de dezembro, completa 67 anos.

Primeiro desenho 

Com o famoso capacete Simpson Bandit


Belas linhas azuis e laranja

11 de dez. de 2013

BERND SCHNEIDER

E vamos fechando o dia de hoje com um belo capacete do multi-campeão do DTM, o alemão Bernd Schneider.

Ele sempre utilizou um capacete com as cores da bandeira alemã. Na época da Formula 1, onde disputou 34 corridas entre os anos de 1988 e 90, a cor base de fundo era branca. 

Quando partiu para os carros de Turismo, onde obteve os maiores sucessos na carreira, ele optou por esse layout com fundo prata, numa alusão às cores da Mercedes, equipe o qual estava durante seus títulos.

Nos tempos de Formula 1

Lindo Layout

Pequena alteração na parte de trás

Variação de desenho

ALESSANDRO ZANARDI

Herói: se formos procurar em qualquer dicionário de língua portuguesa teremos inúmeras considerações a respeito do que significa essa palavra. Mas pra mim ela tem um significado diferente, tem um nome próprio: Alessandro Leone Zanardi.
Esse cara superou tudo o que possamos  imaginar de força de vontade, bravura, coragem, perseverança, esperança, etc,etc,etc.

Após uma breve e apagada passagem pela Formula 1, muito em virtude de estar em equipes pequenas, Alex Zanardi chegou em 1996 à Indy assombrando o mundo. Terminou em 3º no campeonato e protagonizou em Laguna Seca, última etapa daquele ano, uma das mais belas e loucas ultrapassagens que eu ja vi na vida. Foi campeão nos dois anos seguintes, terminando sua passagem com 15 vitórias em apenas 66 corridas disputadas. Um gênio.

Retorna em 2001 pela equipe Mo Nunn e sofre um acidente gravíssimo que amputa suas pernas e quase tira sua vida. Depois de vários anos em recuperação ele volta às pistas no Mundial de Turismo pela equipe BMW, com um carro adaptado às suas condições. Obtém 3 vitórias e ao final de 2008 não tem seu contrato renovado com a equipe.

Ele passou a se dedicar então as competições de ciclismo. Em março de 2010, venceu a maratona paralímpica de Roma, e em 2012, nas Paralimpíadas de Londres, ganhou 3 medalhas, sendo duas de ouro e uma de prata.

Layout de seu capacete

Acidente quase fatal em 2001


Próteses especiais

Com a medalha nas Paralimpíadas